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NOZ ARQUITETURA

Espaço do arquiteto com o atelier NOZ Arquitetura


Acreditamos que a arquitetura tem influência da qualidade de vida de seus utilizadores. Cada projeto é um novo desafio e representa uma oportunidade para desenvolver soluções que integrem de forma inteligente e harmoniosa o contexto e cultura do local, a otimização da funcionalidade e dos recursos, naturais, materiais e financeiros. A dedicação a todos os detalhes, procurando na Arquitetura a simbiose entre Arte e Técnica, permitem elevar, a todos os níveis, a qualidade da obra. A NOZ desenvolve um vasto portfólio em Portugal nas áreas de habitação, desporto, educação, comércio, indústria, escritórios, turismo e paisagismo, contribuindo para a concretização da visão das entidades particulares, empresariais e do sector público. Apostamos na multi-disciplinaridade procurando o envolvimento profissional de técnicos especializados que contribuem para a valorização da arquitetura, e a utilização de novas tecnologias e metodologias englobando a organização e comunicação do projeto até à fase execução em obra. Internacionalmente, em particular no Reino Unido, a NOZ promove parcerias que possibilitam uma constante troca de conhecimentos, informação e inovação participando ativamente na conceção e construção de equipamentos culturais, desportivos e empreendimentos imobiliários de grande escala. A paixão pelo que fazemos, reflete-se na Arquitectura da NOZ.

Apresentação da arquiteta Inês Sousa


Inês viveu e estudou durante 7 anos em Macau, China. Depois de completar a licenciatura na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, mudou-se para Londres onde viveu e colaborou vários anos como coordenadora de projectos nos Ushida Findlay Architects, Hopkins Architects e Gustafson Porter Landscape Architects. Em 2006, de volta a Lisboa, Inês co-fundou a NOZ Arquitectura. Acredita que os melhores resultados são alcançados trabalhando com paixão, usando as ferramentas de experiência, conhecimento e sensibilidade.

Apresentação do arquiteto Rui Dias


Rui colaborou com Ian Ritchie no Reino Unido e Kas Oosterhuis na Holanda. Contribuiu para a entrega de projetos seminais em vários setores, incluindo empreendimentos residenciais de larga escala e equipamentos culturais. Rui atuou como Coordenador de Projecto no projeto The Courtyard Theatre, construído em Stratford-Upon-Avon para The Royal Shakespeare Company. Rui também coordenou a exposição do arquiteto Ian Ritchie para a Bienal de arquitetura de Veneza de 2004 e liderou o Dylon Site Re-Development, em Londres. Em 2006, o Rui co-fundou a NOZ Arquitectura em Lisboa.

Quais foram os maiores desafios na conceção do projeto?


O projecto consistia na renovação e ampliação substancial da Escola da Murteira. A área da escola é relativamente limitada e inserida num conjunto urbano caracterizado por habitações uni-familiares. O grande desafio inicial foi desde logo encontrar uma solução para conseguir implantar a totalidade do programa, minimizando o impacto no espaço de recreio disponível, e mantendo o edifício da escola existente, com uma linguagem claramente moderna e evidentemente dentro dos recursos financeiros disponíveis.

Como classifica a utilização do tijolo face à vista na arquitetura nacional?


Parece-nos que o tijolo face-à-vista surge no panorama da arquitectura nacional, com um carácter ainda excecional e não como uma tecnologia de construção, e expressão arquitectónica, relativamente comum. É pena que assim seja pois é um material com excelentes caracteristícas, ao nível da durabilidade, custo e facilidade de aplicação, e que permite ainda uma plasticidade e expressão arquitectónica, ao nível da materialidade, da cor e da textura que não são facilmente obtidas com a aplicação de outros materiais.

Porquê a escolha do tijolo face à vista?


O tijolo face-à-vista da Vale Gandara para nós reune um conjunto de caracteristicas que eram fundamentais para este projecto, e que se ecnotram referidas nas respostas anteriores. O custo e durabilidade, que para o dono-de-obra surgem como fatores prioritários, e as possibilidades de expressão arquitectónica que o tijolo permite.

Porquê da escolha das diferentes cores envolvidas no projeto?


A ampliação da escola da Murteira será provavelmente o edifício mais alto da localidade da Murteira. Adicionalmente, está inserido no espaço de recreio de dimensões limitadas, pelo que a interação dos utilizadores será sempre muito próxima. Ao utilizarmos uma variedade de cores conseguimos quebrar a escala do novo edifício para que este não se imponha num espaço tão limitado. E não se optou apenas pela variação da cor, mas também pela variação da dimensão das peças, enriquecendo a textura proporcionada pela aplicação do tijolo. Em simultâneo, a utilização da cor, contribui para uma linguagem arquitectónica vincadamente moderna, e diferenciadora, sem que choque com o local onde se insere. Paralelamente, para alguns, transmite a ideia de livros numa estante o que se adequa perfeitamente à utilização que tem.